É uma passagem superior ou aérea para veículos e peões, no centro da Cidade do Lobito, construída para transpor as linhas férreas que ligam o porto do Lobito aos caminhos-de-ferro de Benguela. Serve também de ligação entre os Bairros do Compão e Restinga com o restante dos bairros da cidade.
Antes da sua construção (anos 60) o trânsito ficava condicionado pelos comboios que entravam no porto, chegando a haver “bichas” de espera de até 45 minutos.
A colina, encanta bela sua beleza arquitetónica: “duas vias laterais em curva suave, para veículos motorizados, com sentidos opostos e uma central, para peões e ciclistas”, os seus belos jardins circundantes e a estátua “caminhando”, de autoria do escultor Canhão Bernardes, que fazem desta obra do homem, uma paisagem especial.
O seu nome provavelmente foi cunhado por um colunista do extinto jornal “O Lobito”, num artigo sobre a sua construção, que encerrou com as seguintes linhas: “Se nos pedissem um nome para aquela futura colina, chamar-lhe-íamos ‘Colina da Saudade’ – saudade do tempo em que ela não existia”, sabendo o redactor que jamais alguém sentiria saudades do tempo em a colina não existia.
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